Um rio nasce do nada, tal como as estrelas são douradas e o fogo é incandescente. A água corre, enrola-se e serpenteia. Da nascente até à foz. A vida inteira.

Para pensar

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Suave



Tão suave
a pele que ninguém sabe,
o encanto que em ti cabe
por ser assim.
Suave,
a onda que te invade,
a brisa fresca da tarde
que arde em ti.

Liberdade,
eterna chama sentida
no destino da vida
que já perdi.
Cidade,
eu fico à espera
que nasça a Primavera
que construi.

Alexandre Reis

3 comentários:

Lia Pansy disse...

Gostei de passar por aqui e te ler... voltarei!
Beijo

Lia Pansy disse...

Olá...
Gostei do que li por este cantinho... voltarei!

Vera disse...

Um poema leve e tão doce!
Lindo demais!

Beijinhos